Amor da Minha Vida…
antes de te dizer tudo o que escrevi, eu queria te levar de volta até o lugar onde tudo começou de novo.
Um “olá” depois de anos. E, sem a gente saber, o nosso futuro já tinha começado.
A gente estava brincando.
O destino, aparentemente, não.
PAZ.
“Sem dúvida tem uma palavra que acho que não negociamos: PAZ.”
Você falou de um relacionamento maduro, recíproco e com intenção de construir uma vida a dois.
PAPEL.
Hoje eu prefiro outra resposta: não importa onde eu estive. Importa que eu voltei para você.
“Eu não sonho em reviver o passado.
Eu sonho em construir um futuro.”
“Depois de vinte e quatro anos, eu não quero saber como teria sido a nossa história. Eu quero descobrir como ela ainda pode ser.”
E algumas horas depois você deixou ainda mais claro:
“Sua resposta sempre será SIM.”
Um “SIM” para cada um dos 24 anos que perdemos.
Mas com você, ela começou a fazer sentido.
Eu só queria dormir ouvindo a tua voz.
“Agora posso dormir com um sorriso no rosto.”
“Daqui a poucas horas por fim poderei te ver, amor da minha vida.”
A vida deu um PAUSE no nosso filme…
e no nosso reencontro
a gente apertou o PLAY.
Foi ali que você deixou de ser letras e áudios. Você estava diante de mim.
Eu já não pensava em “eu e você”.
Eu pensava em nós.
Sua filha. Meus filhos. Nossa rotina. Nossa casa. Nosso futuro.
Menos de um mês depois, fui eu quem voltou ao assunto daquele “papel”.
“Você fez eu encontrar
sentido
nesse papel.”
“Daqui a uns dias a gente vai juntar nossas assinaturas em um papel que tem um valor significativo enorme para nós dois.”
E agora aquele “papel” tem outro significado.
Chegou a hora de te dizer tudo. Sem resumir. Sem cortar. No seu tempo.